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Diretório de Advogados
Emanuel Braga
João Pessoa (PB)
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Emanuel Braga
Comentário ·
há 12 anos
Bolsa família: cabresto eleitoreiro ou primeiro passo para geração de emprego?
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
Concordo com você Joaquim, a Reforma Política é base para todas as demais reformas tão sonhadas e distantes de serem concretizadas. Mas quando falo em reforma política, incluo o judiciário e seu corporativismo tecnocrático e viciado que também precisa ser reformulado urgentemente. A reforma não pode partir do legislativo, do executivo ou do judiciário, deve partir da diversidade ideológica da sociedade civil, dos movimentos sociais, do povo. É por isso que sou tão pessimista quanto à reforma política, pois se a reforma partir das chamadas "autoridades", só vão correr atrás do próprio rabo, vão "resolver" as beiradas dos problemas e não os seus fundamentos.
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Emanuel Braga
Comentário ·
há 12 anos
Golpe de Estado, sim senhor, conforme previsto em lei
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
Caro Joaquim, de "cultural" o PT, pelo menos o PT de Dilma, não tem nada. Sei disso porque há 8 anos trabalho em órgão do Ministério da Cultura.
Quanto à questão de esquerda x direita, creio, mais uma vez que não podemos compreender estes conceitos de modo tão estanque ou tradicional, por isso chamei de "tradicional" a classificação "centro-direita" para o PT, pois é enquadrar um partido em um modelo muito linear de pensamento. O PT em suas origens sindicais e acadêmicas da década de 1980 até poderia ser considerado de esquerda e, com certo esforço, marxista. Mas hoje em dia, depois de tantos anos no poder, não. Sem entrar no mérito das denúncias de corrupção que perpassam todas colorações partidárias, podemos dizer sim que o PT possui uma filosofia desenvolvimentista e bancária, o que levou o PIB brasileiro a proporções estratosféricas e ao endividamento em massa de maior parte da população nacional. Muitos deixaram de ser miseráveis e esfomeados e se tornaram pobres endividados.
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Emanuel Braga
Comentário ·
há 12 anos
Golpe de Estado, sim senhor, conforme previsto em lei
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
Caro Leandro, entendo a sua preocupação técnica e jurídica com os conceitos. Como se reportou o bom comentário feito pelo Hyago, replico uma "resposta" que eu produzi para ele na ocasião:
Essa “conspiração”, como optou por chamar, de fato existe. Mas, como disse, ela não é um bicho-de-sete-cabeças, não é apenas uma perseguição kafkiana nos porões do poder; ela é, sobretudo, a não-aceitação por parte de uma grande parcela da sociedade brasileira da vitória do PT nacional (incluindo o poder judiciário que também é formado por eleitores), mesmo diante de tanta denúncia de corrupção. É o espanto dessa vitória que proporciona a ideia “Dilma não pode estar no cargo de presidente” e permite que movimentos sociais e institucionais, por meio de outros instrumentos legais, busquem retirar dela essa legitimidade eleitoral. O problema é que outra grande parcela da sociedade brasileira anseia a efetividade do seu voto e não votaram no PT ignorando completamente as denúncias de corrupção. Votaram pragmaticamente, pesando tudo, em uma balança de ônus e bônus político e histórico, a possível positividade e negatividade do atual governo e a possível positividade e negatividade de quem se apresentou como oposição. É um erro acreditar que existe gente mais esclarecida e menos esclarecida por conta de classe social e, assim, votos mais conscientes do que outros, pois os fatores socioeconômicos influenciam todas as classes sociais. Do mesmo modo que votam para manter a possibilidade de comprar a cesta básica, votam para manter a possibilidade de pagar menos a empregada doméstica. Tudo é economia e, por isso mesmo, tudo é economia política, meu caro.
Quanto ao ex-presidente Collor, o contexto histórico de nossa recém-nascida “democracia eleitoral” era completamente diferente do atual contexto. Os eleitores eram outras mentalidades, a mídia tradicional não tinha essa concorrência salutar com as redes sociais e, no fundo, é um grande mistério político o fenômeno de ascensão e queda da figura, então “nacional”, do Collor.
Podemos nos arriscar a afirmar que o impeachment do Collor seja um golpe de marajás bem maiores que ele próprio. Mas, talvez o correto seja dizer que o início da redemocratização do Brasil é um grande mistério da física política. Tancredo morre e se salva da queimação pública virando um herói sem feitos, entra então o vice, o nada democrático, o oligarca, filhote do Arena, Sarney. Quatro anos depois temos eleições de fato e vejam só: Collor vai para um segundo turno com Lula, que não é nem sombra do “Lula de 2002”. Collor, também filhote do Arena, um ilustre desconhecido representando uma coligação de partidos nanicos. Lula, um socialistão duro, sem meias palavras, com direito a cigarro e tudo o que a velha esquerda tem direito. Em terceiro, batendo na trave do segundo turno, Brizola, outro socialistão duro, sem meias palavras, com militância e experiência em governo inspirado em princípios da esquerda e combate à ditadura militar. Quer dizer, era uma esquerda de aço contra uma marionete inventada ali às vésperas das eleições. Collor ganha as eleições nos braços do grupo Globo e Abril e em 1992, com denúncias de corrupção muito menores que abalaram o primeiro mandato de Lula (2003 - 2006) e, “de repente”, se viu alvo de um dispositivo constitucional com nome estrangeiro chamado impeachment, sem direito a choro nem vela. A mesma mass mídia que o apoiou, o colocou por terra junto com um Congresso Nacional mais corrupto que a cúpula do executivo. E assistimos a tudo pela TV, meio catárticos, matutando, talvez, "então, isso é a democracia".
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Huberto Luiz Paiz Machado
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há 12 anos
Golpe de Estado, sim senhor, conforme previsto em lei
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
-Não entendo os que dizem que o "povo" pede golpe, se , neste mês de dezembro-2014, o Governo está com mais de 52% de aprovação. É melhor deixar concluir as investigações e que a Justiça atue. -Golpe é anarquia que nada resolve. No caso, todos os Grandes Partidos estão envolvidos com corrupção, ou seja, vários dos que administram orçamentos federais, estaduais ou municipais.. Logo, o resultado das eleições n ã o a g r a v a nem d i m i n u i a corrupção. A solução é a ´Reforma Política, a Criação de Mecanismos de Controle, a Adoção de Financiamento Público e Limitado de Campanhas - proibindo-se Financiamento Privado -. Também conviria, punições mais severas, inclusive, proibindo o condenado de ocupar cargo público - eletivo ou não - por 10 anos ou mais, conforme o caso. Finalmente, é preciso alterar as leis de Fernando Henrique Cardoso que permitiam doações à Políticos e a Partidos (Lei 9.504 e Lei 9.096, ambas de 1995)- O resto é bobagem, sai um grupo de corruptos e entra outro.
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Joaquim Pereiratellesneto
Comentário ·
há 12 anos
Bolsa família: cabresto eleitoreiro ou primeiro passo para geração de emprego?
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
O tio Emanuel Oliveira Braga está dificultoso, igual a uma rosca sem fim. Bom eu acho que tudo se resolveria a contento se tivéssemos uma profunda reforma politico/eleitoral. A lista de mudanças para a reforma é longa.
Conseguiríamos mudar, também, todas as mazelas e desmandos de nossas autoridades do Poder Público tais como aludiu o comentarista Luis Fernando Tividini de Oliveira, parabéns Luis.
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Edson Carlos Marin
Comentário ·
há 12 anos
Golpe de Estado, sim senhor, conforme previsto em lei
José Herval Sampaio Júnior
·
há 12 anos
Tenho comigo que a situação descrita no artigo resume a ideia de que desde os primórdios da humanidade temos os que manipulam, e os manipulados, os que se deixam manipular, e os que não se deixam manipular. Assim, neste cenário um tanto quanto obscuro, pergunta-se : Será realmente que a intenção dos que defendem o "impechment" é de fato trazer transparência e ética ao cenário político nacional, ou seria uma forma transviada de tomada do poder escapado no ultimo pleito eleitoral?. Será realmente que os políticos e autoridades que defendem o "impechment" mais honestos e íntegros que os do poder (PT, PMDB, etc), ou talvez estejam inconformados por não participarem do esquema de corrupção que atinge todos os setores e níveis do governo e estatais ?.Se o chefe da nação é eleito pelo povo de forma democrática, não seria o povo que deveria tira-lo antes do término de seu mandato ? Deste modo meus caros !! tenho que concordar com o autor do texto, de fato, "o golpe é político, mas a solução e sempre jurídica". Alias, no brasil, sempre esta se achando uma solução jurídica para tudo !!. Resta a nós apenas decidir a qual grupo iremos nos filiar.. aos que se deixam, ou aos que não se deixam manipular ...
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